Licenciamento ambiental e linhas de transmissão são desafios para o setor energético do RN
dezembro 14, 2015
A necessidade de novas linhas de transmissão para distribuição
da energia produzida no Rio Grande do Norte e a burocracia do licenciamento
ambiental foram as principais preocupações externadas por autoridades e
especialistas durante a programação de abertura do III Fórum Estadual de
Energia do RN, que está sendo promovido nesta segunda-feira (14) na Assembleia
Legislativa.
No evento promovido em parceria entre a ALRN e o Centro de
Estratégias em Recursos Naturais e Energia (Cerne), estão sendo debatidas perspectivas
e desafios do setor energético do estado.
Propositor do fórum, o deputado Gustavo Fernandes (PMDB) disse
que o estado precisa de maiores investimentos na produção de energia solar por
meio de incentivos fiscais para barateamento da instalação dos sistemas
fotovoltaicos.
Para o secretário de Desenvolvimento Econômico do RN, Flávio
Azevedo, o maior desafio do setor energético no Estado são as linhas de
transmissão. Segundo ele, a capacidade do Rio Grande do Norte está limitada e a
questão compromete a economia estadual. Ele revelou que “o nosso potencial
energético fica reduzido. Se não podemos distribuir, de nada adianta produzir”.
O diretor do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (Cerne), Jean Paul Prates, citou a insegurança fundiária como outro fator de risco que contribui para a baixa concorrência de investidores durante os leilões de energia. Para ele, o Governo Federal precisa ajustar as regras dos editais dos certames “pois são fundamentais para a atração de investimentos”.
O diretor do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (Cerne), Jean Paul Prates, citou a insegurança fundiária como outro fator de risco que contribui para a baixa concorrência de investidores durante os leilões de energia. Para ele, o Governo Federal precisa ajustar as regras dos editais dos certames “pois são fundamentais para a atração de investimentos”.
A preocupação com a situação também foi dividida pelo
presidente da Federação das Indústrias (Fiern), Amaro Sales, que criticou a
burocracia dos órgãos ambientais. Na sua opinião “a questão do licenciamento
ambiental gera insegurança jurídica e faz o estado perder investimentos”.
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