Acusado de desvio de combustíveis na Petrobras tem sentença reformada
dezembro 14, 2015
O TJRN julgou uma apelação criminal relacionada a vários
envolvidos em um esquema de desvio de combustível da Petrobras, que pela
denúncia ocorreu entre os meses de março e dezembro do ano 2000. O órgão manteve em parte, a sentença inicial dada pela 7ª
Vara Criminal de Natal, já que reformou a condenação de apenas um dos supostos
participantes.
A sentença de primeira instância condenou Ricardo Miranda
Sá, Thiago Nunes e Silva, Jânio Carlos de Carvalho, José Ramiro Leite, Juvenal
Ferreira da Silva, Damasco Ramos de Oliveira pelo cometimento do crime de
peculato.
No entanto, o relator do recurso, juiz convocado Ricardo
Procópio Bandeira de Melo, reformou o entendimento quanto ao réu Valério
Augusto Varela, por não ter encontrado provas que ele teria praticado a
receptação dos combustíveis desviados.
Os desvios de combustíveis teria se dado sob o comando de
Ricardo Miranda Sá, funcionário da Petrobras, que tinha a atribuição de
fiscalizar o correto descarregamento de combustível dos caminhões que efetuavam
o transporte de gasolina e óleo diesel do município de Guamaré para o terminal base
da empresa em Natal.
Para operacionalizar os desvios, Ricardo Miranda contava com
a ajuda de Juvenal Pereira da Silva, motorista de caminhão que fazia o
transporte do combustível. Os desvios se operavam, ora fazendo ingressar o caminhão
no terminal base de Natal com combustível a menos do que o recebido em Guamaré
ou com ele misturado a água.
O esquema de desvio de combustível foi descoberto por Jânio Carlos de Carvalho, supervisor de empresa que prestava serviço à Petrobras no trabalho de fiscalização e apoio operacional, e Thiago Nunes e Silva, técnico químico que prestava, como terceirizado, serviço à empresa, na análise química dos produtos derivados do petróleo. Eles se aliaram ao esquema, passando a auxiliar na execução dos atos materiais necessários à realização da fraude.
O esquema de desvio de combustível foi descoberto por Jânio Carlos de Carvalho, supervisor de empresa que prestava serviço à Petrobras no trabalho de fiscalização e apoio operacional, e Thiago Nunes e Silva, técnico químico que prestava, como terceirizado, serviço à empresa, na análise química dos produtos derivados do petróleo. Eles se aliaram ao esquema, passando a auxiliar na execução dos atos materiais necessários à realização da fraude.
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