A 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Assu/RN abriu inquérito civil para investigar supostas irregularidades no ponto e no cumprimento de jornada de trabalho no setor de transporte da secretaria de Saúde de Assú.
Entre as diligências iniciais tem a notificação da servidora Iara Jussara de Souza para que, caso queira, apresente sua manifestação por escrito sobre os fatos, no prazo de 15 dias, e que a Controladoria Geral do Município informe se há algum procedimento administrativo disciplinar ou sindicância instaurada para apurar estes fatos específicos da secretaria de Saúde.
A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou o primeiro leilão de transmissão de 2026.
Serão nove lotes, que resultarão em 859 km de novas linhas de transmissão e 4.350 MVA em capacidade de transformação, com investimentos da ordem de R$ 5,11 bilhões.
Os empreendimentos serão instalados em 12 estados: Bahia, Ceará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.
Após a assinatura do contrato, as empresas vencedoras terão entre 42 e 60 meses para a conclusão das obras.
A primeira sessão pública para os lotes 1, 2, 3, 4 e 5 será realizada no próximo 27 de março. A segunda sessão pública será realizada em data e horário a serem divulgados.
Analisando o cenário político potiguar, o deputado estadual Nelter Queiroz (PSDB) disse que Allyson Bezerra (União Brasil), atual prefeito de Mossoró, e pré-candidato a governador, terá apoio de importantes lideranças, incluindo partidos como o Progressista, o PSD da senadora Zenaide Maia, o União Brasil do senador José Agripino, e de três deputados federais, Robinson Faria, Benes Leocádio e João Maia.
Nelter destacou que Allyson Bezerra é “o candidato que o povo quer”.
Enfatizou ainda que diversos deputados estaduais, prefeitos e lideranças locais apoiam a pré-candidatura de Allyson.
Da coluna Diógenes Dantas, nesta quarta-feira, 25, no Agora RN:
Um observador astuto andou me dizendo que a situação no PT potiguar está de “vaca não reconhecer bezerro”.
De um lado, a governadora Fátima Bezerra reafirma que vai renunciar para disputar uma vaga no Senado — seu desejo ardente.
De outro, um grupo mais pragmático — com os pés no chão — ainda não enxerga condições políticas para que Fátima deixe o governo sem entregar a cadeira a um adversário.
O bloco que defende a pré-candidatura ao Senado — capitaneado por Raimundo Alves — aposta que o “deus Lula” salvará todos, com um arrastão de votos pelo Nordeste afora.
Já os realistas — que evitam mostrar o rosto à luz do dia — falam em “suicídio político” caso o PT deixe o governo nas mãos da oposição. Essa turma fez as contas e concluiu que Fátima não teria votos suficientes na Assembleia Legislativa para eleger Cadu Xavier ou Francisco do PT como governador-tampão.
A renúncia pode derrubar um verdadeiro castelo de cartas — inviabilizando a própria Fátima ao Senado e prejudicando as nominatas para a Assembleia Legislativa e para a Câmara dos Deputados. São milhares de votos em jogo sob a influência do PT.
Soube ainda que o PT nacional — com Edinho Silva, Gleisi Hoffmann e até o próprio Lula — tem questionado por que o diretório estadual, sob o comando de Fátima, perdeu aliados do centro, notadamente lideranças do PSD e do MDB.
Em público, o comando petista reafirma a importância da pré-candidatura da governadora dentro da estratégia de ampliar a bancada no Senado.
Nos bastidores, porém, a preocupação é com a montagem do palanque do próprio Lula — que não pode desperdiçar votos em nenhum estado.
Essa conversa vem ganhando corpo desde a comemoração dos 46 anos do PT, em Salvador, no início de fevereiro.