Filosofia de boteco
outubro 26, 2009A sogra do bêbado entrou no bar e ele resolveu fazer uma ‘gracinha’. E começou a declamar uma poesia:
Já enfrentei toda sorte de maldade
Comi carne de sapo e de cobra
Mas juro com toda sinceridade
Foi melhor do que tê-la como sogra!
Risadas... gargalhadas, tomaram conta do bar. A sogra franziu a testa e calmamente disse:
Muito obrigado, querido genro. Também tenho uns versinhos em sua homenagem!
Já montei em porco espinho,
já beijei uma macaca;
passei por duros caminhos
passeando com uma ticaca.
Quisera minha gente, eu ter
como genro um tatu
do que todo dia eu ver
um fresco e corno como tu.
0 Comentários
Os comentários postados representam a opinião do leitor e não necessariamente do RSJ. Toda responsabilidade do comentário é do autor do mesmo. Sugerimos colocar nome no comentário para que o mesmo seja liberado. Ofensas não serão permitidas.