Filosofia de boteco

novembro 05, 2009

E na mesa do bar a conversa corria solta. O advogado, notando que o economista já estava bêbado, filosofou: “O orifício circular corrugado, localizado na parte ínfero-lombar da região glútea de um indivíduo em alto grau etílico, deixa de estar em consonância com os ditames referentes ao direito individual de propriedade.”

O bêbado não entendeu nada.

O agrônomo completou: “Vou no popular. Cú de bêbado não tem dono.”

O economista afastou o copo. Afinal, seguro morreu de velho!

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